| nuno ( @ 2008-06-22 11:59:00 |
às vezes, há animos que rejuvenescem por pequenas coisas insignificantes, básicas e... carnais.
chegar de manhã ao local onde se trabalha e, ao passar pela porta principal de um edifício envidraçado, estar um "senhor" a lavar os ditos vidros. Qual imagem cocacola ligth, é impossível passar e não olhar para aquele pedaço de homem, com uma névoa de pura luxúria em volta, que parece agarrar-nos e atirar-nos contra a parede... sem sequer saber que nós o estamos a ver.
começos de dia assim, sabe bem.
sair à noite do local onde se trabalha e, ao ir assinar a folha de presenças do edifício para assinalar a saída, estar um segurança que nunca tinha visto. Qual fantasia saída de donas de casa desesperadas, é impossível não reparar em como a farda assenta bem naquele corpo maduro, pronto a colher. Ao escrever o meu nome, o olhar desfaz-se nos braços a descoberto pela camisa arregaçada que denunciam as tatuagens escuras que sobem por aqueles braços fortes... por onde continuará aquela estrada de alcatrão negro pelas planícies de carne e de músculos?
Aparvalhado, olho-o e sai um bom fim de semana que se perde naquela última visão de, literalmente, um pedaço de mau caminho.
fins de dia assim, sabe bem.
conclusão: parece que a administração do sítio anda a tomar medidas para todos os funcionários andarem contentes no trabalho. Claro que a medida se deve estender às empregadas de limpeza e outras para satisfazer todos os públicos.
chegar de manhã ao local onde se trabalha e, ao passar pela porta principal de um edifício envidraçado, estar um "senhor" a lavar os ditos vidros. Qual imagem cocacola ligth, é impossível passar e não olhar para aquele pedaço de homem, com uma névoa de pura luxúria em volta, que parece agarrar-nos e atirar-nos contra a parede... sem sequer saber que nós o estamos a ver.
começos de dia assim, sabe bem.
sair à noite do local onde se trabalha e, ao ir assinar a folha de presenças do edifício para assinalar a saída, estar um segurança que nunca tinha visto. Qual fantasia saída de donas de casa desesperadas, é impossível não reparar em como a farda assenta bem naquele corpo maduro, pronto a colher. Ao escrever o meu nome, o olhar desfaz-se nos braços a descoberto pela camisa arregaçada que denunciam as tatuagens escuras que sobem por aqueles braços fortes... por onde continuará aquela estrada de alcatrão negro pelas planícies de carne e de músculos?
Aparvalhado, olho-o e sai um bom fim de semana que se perde naquela última visão de, literalmente, um pedaço de mau caminho.
fins de dia assim, sabe bem.
conclusão: parece que a administração do sítio anda a tomar medidas para todos os funcionários andarem contentes no trabalho. Claro que a medida se deve estender às empregadas de limpeza e outras para satisfazer todos os públicos.